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3 de dez. de 2013

FIFA divulga a bola da Copa 2014 e os potes para o sorteio

A FIFA divulgou hoje os potes e os critérios para o sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2014



Muitos imaginavam que a França entraria no pote 2 por causa do ranking da FIFA, mas não foi o que aconteceu. A organização deu um jeito de diminuir as chances de 3 campeões mundiais caírem no mesmo grupo e por isso colocou 7 equipes no pote 2 e deixou as 9 seleções europeias no pote 4.

Sim, ficou um pouco confuso, mais vamos explicar para que ninguém tenha dúvidas na sexta-feira, dia do sorteio ;)


Pote 1
Pote 2
Pote 3
Pote 4
Brasil
Nigéria
Austrália
Holanda
Argentina
Camarões
Japão
Itália
Colômbia
Argélia
Coréia do Sul
Inglaterra
Uruguai
Costa do Marfim
Irã
Portugal
Alemanha
Gana
Costa Rica
Grécia
Espanha
Chile
Honduras
Rússia
Bélgica
Equador
México
Bósnia
Suiça

Estados Unidos
Croácia



França


O pote 1 é o que todos esperavam, com os 8 cabeças-de-chave que a FIFA já havia definido pelo o seu ranking.

O pote 2 é formado pelos países africanos e sul-americanos. Já vou explicar o porquê de ele só ter 7 representantes mais abaixo.

O pote 3 também é o que todos esperavam, e é o único pote sem restrições geográficas para o sorteio.

O pote 4 tem os 9 países europeus. Só que assim que o sorteio começar, uma seleção deste pote será sorteada para ir para o pote 2, deixando assim todos os potes com 8 equipes.

Desta forma, a França se livra, pelo menos por enquanto, do risco que corria de cair num "Grupo da morte". Isso porque o novo critério da FIFA é uma faca de dois gumes. Tanto uma seleção mais fraca como Grécia ou Bósnia podem ser sorteadas para o pote 2, como também uma seleção mais forte como Holanda, Itália ou a própria França.


Agora as fotos da Brazuca: 

A Adidas divulgou há alguns minutos em um evento no Rio de janeiro a bola da Copa do Mundo de 2014, a Brazuca. Confira algumas fotos:





12 de nov. de 2013

Apresentada camisa que Alemanha usará na Copa 2014



Özil, Draxler e Thomas Müller foram os jogadores que apresentaram hoje a nova camisa da Alemanha. A seleção usará este uniforme na Copa do Mundo de 2014. Gostaram dele? Eu achei muito bonito.






Segundo o site da Federação alemã, o traje é composto por uma camisa branca tradicional que combina o short branco, como na semifinal da Copa de 1974, que foi 1-0 contra a Polônia em Frankfurt. "As calças brancas simbolizam a leveza do jogo alemão", diz Jürgen Rank, designer-chefe de futebol da Adidas. "É uma declaração de classe, elegância e alegria."

A característica mais marcante do novo uniforme é um gráfico de diferentes tons de vermelhos, que representa a bandeira alemã no peito. As três estrelas no peito simbolizam os títulos mundiais de 1954, 1974 e 1990.




E olha que lindo:  o logotipo da Federação alemã está na cor prata!







8 de nov. de 2013

Löw chama Weidenfeller pela primeira vez para a seleção



A convocação de Roman Weidenfeller para o gol da seleção foi destaque nos jornais da Alemanha. O goleiro do Borussia Dortmund é o único calouro entre os convocados para os dois jogos preparatórios para a Copa de 2014, o primeiro na sexta-feira em Milão, contra a Itália e quatro dias mais tarde, contra a Inglaterra, em Londres.

"Estou muito contente de poder estar presente na seleção", disse Weidenfeller. Sobre sua convocação, o técnico comentou: "Nós temos visto constantemente as suas fortes performances pelo Borussia Dortmund na Bundesliga e na Liga dos Campeões. Agora aguardamos para vê-lo treinar com a equipe."

Weidenfeller, 33 anos de idade, pode ser, se entrar em campo, o goleiro mais velho a estrear na seleção alemã. Ele substituiria um dos "heróis de Berna", Toni Turek, que tinha 31 anos e 308 dias no seu primeiro jogo internacional.





Löw não poderá contar com Bastian Schweinsteiger nos últimos jogos do ano, pois ele  terá de passar por uma cirurgia no tornoselo direito. Além disso, Mario Gomez (Fiorentina), Lukas Podolski (Arsenal FC) e Ilkay Gündogan (Borussia Dortmund) também ficaram de fora porque continuam lesionados. A seleção se reúne para se preparar para os dois amistosos na segunda-feira, em Munique. Na quinta-feira, o time viaja para Milão e depois da primeira partida, segue para Londres.

Lista dos convocados:


Gol: René Adler (Hamburger SV), Manuel Neuer (Bayern München), Roman Weidenfeller (Borussia Dortmund). 


Defesa: Jérome Boateng (Bayern München), Benedikt Höwedes (Schalke 04), Mats Hummels (Borussia Dortmund), Marcell Jansen (Hamburger SV), Philipp Lahm (Bayern München), Per Mertesacker (FC Arsenal), Marcel Schmelzer (Borussia Dortmund), Heiko Westermann (Hamburger SV).


Meio-campo: Lars Bender (Bayer Leverkusen), Sven Bender (Borussia Dortmund), Julian Draxler (Schalke 04), Mario Götze (Bayern München), Sami Khedira (Real Madrid), Toni Kroos (Bayern München), Thomas Müller (Bayern München), Mesut Özil (FC Arsenal), Marco Reus (Borussia Dortmund), Sidney Sam (Bayer Leverkusen), André Schürrle (FC Chelsea).

Ataque: Miroslav Klose (Lazio Rom), Max Kruse (Borussia Mönchengladbach).

11 de out. de 2012

Toni Kroos: "Eu falo o que penso"




A pressão na seleção nacional é maior que a do Bayern?

Não, acho que não. É sempre o mesmo mecanismo: Quando você perde jogos como aquele contra a Itália e uma Euro não termina como um tem esperado, sempre há críticas.

A crítica veio de Uli Hoeness, presidente do seu clube, que criticou a preparação da seleção alemã.

Aqui nós temos condições que nos permitem a melhor preparação possível. Então nós, os jogadores, não devemos dar atenção a isso. Uli Hoeness tem o direito de dizer o que ele quiser.

Hoeness disse também que a seleção alemã precisa ser mais pressionada. Isso é verdade?

Essa discussão não teria acontecido se tivéssemos sido campeões europeus.

Mas você não é. 

Certo, eu sei. Mas é importante que podemos melhorar o nosso futebol para resolver as coisas nos impediram de ser campeões europeus. Esse é o ponto mais importante.






Você está surpreso que, quatro meses depois da Euro, o jogo com a Itália ainda domina a discussão sobre a seleção?

Um pouco. Mas como eu disse, é importante que aprendermos com aquele jogo.

Quais são as conclusões?

Nós ainda podemos melhorar o trabalho defensivo. Mas temos de ter cuidado ao analisar: não deve criticar base, que durante um longo período e também durante o torneio funcionou muito bem. Como uma equipe não são apenas pequenos passos para melhorar: marcar, roubar a bola, é aonde nós podemos nos tornar mais fortes. Atacar coletivamente como equipe, ainda podemos fazer isso de maneira mais inteligente. Temos que melhorar isso se quisermos ganhar um título.

O time não age como uma equipe?

Há maneiras diferentes de jogar, a maneira do Bayern, a maneira do Dortmund, a maneira madrilenha. Formar uma unidade de estilos diferentes é o objetivo. Fazer todos esses estilos se tornarem um.

Como deve ser o jogo da seleção: Mais como Dortmund ou mais como o Bayern?

Como a Alemanha. Basicamente, devemos nos organizar rapidamente e depois de perder uma bola, devemos recuperá-la logo nos primeiros segundos.






Isso soa um pouco mais como o Dortmund.

No entanto, em última análise, o estilo não é importante. É importante que nós ganhemos. E que todos os 11 jogadores pensem no futebol da mesma maneira.

Depois de anos de avaliações positivas sobre a seleção alemã, as críticas cresceram após a Euro. Este é o momento mais difícil da seleção desde que você passou a fazer parte dela?

Se você olhar para os comentários do lado de fora, então você pode ter essa impressão sim. Ficamos muito felizes com o terceiro lugar na África do Sul, até mesmo a torcida. Não é este o caso agora. As exigências claramente cresceram. E merecidamente, por causa da qualidade que temos na equipe. Apesar disso, não basta ir a um torneio e ganhar facilmente. Mesmo a recente vitória de 2-1 sobre a Áustria não foi perfeita, mas se eu não tivesse visto o jogo, e só tivesse lido e ouvido os relatórios, eu teria a impressão de que perdemos por 0-4. Nós não podemos mudar as exigências e expectativas externas, temos que enfrentá-las.

Você diria que os dois próximos jogos das eliminatórias da Copa do Mundo, contra a Irlanda e Suécia, são um teste para a unidade da equipe?

Não. Estes são dois jogos importantes que queremos vencer.




Então, o clima na equipe é bom?

Sim, essa é a sensação que eu tenho. Mas é claro que é, por vezes, uma situação difícil, porque aqui na seleção, temos jogadores com qualidade incrível, então, se sentar no banco é complicado. Isso nem sempre é fácil de aceitar.

Após a Copa do Mundo, foi você reclamou na mídia que você não jogou muitas vezes. Você faria isso de novo?

Quando eu dou uma entrevista, eu digo a minha opinião. É claro que a resposta foi dura. Mas é parte do negócio, os jogadores dizerem a sua opinião, mesmo que às vezes seja desconfortável. Então, voltando à sua pergunta: provavelmente sim.

Você acha que você vai jogar contra a Irlanda na sexta-feira?

Estou em boa forma. Eu me esforço aqui, se eu vou jogar, eu não sei dizer.

De qualquer forma, os jogadores do Bayern estarão confiante nos próximos jogos, não?

Claro, tivemos um ótimo começo de temporada e a confiança é boa para nós. Isto é importante, porque assim tudo fica mais fácil aqui.


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Alemanha x Irlanda

Nesta sexta, às 15h45 no SportTV 2


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